terça-feira, outubro 30, 2007
Crónicas da Terça-Feira
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Miguel Termentina
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segunda-feira, outubro 29, 2007
sexta-feira, outubro 26, 2007
Mafra centro da Europa
Temos por cá o presidente da Rússia e o Sr. 1.º ministro português.
Como tal o apanágio de segurança é enorme.
Sente-se nas ruas a importância de tal encontro.
As pessoas locais hoje têm de ter paciência, pois não poderão ter uma vida normal, a segurança assim o exige.
Por mim, que estou na Ericeira e não faço contas em ir no dia de hoje a Mafra, está tudo bem.
Espero sinceramente que o resultado deste encontro seja proveitoso para Portugal e não só para alguns portugueses.
Espero também que não estraguem muito o “calhau”.
Espero que seja um dia de sol.
Espero também apanhar umas belas ondas.
Espero que os meus filhos não adoeçam.
Espero que a minha esposa esteja bem.
Ops, acho que estou a fugir do tema da postagem...
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Miguel Termentina
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9:16 da manhã
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quarta-feira, outubro 24, 2007
O Tempo
Isto do tempo é engraçado.
Passo a explicar.
- Quando não temos tema de conversa, rematamos com "o tempo está mau...ou o tempo está bom..." consoante o tempo do momento. Trata-se daquele tipo de conversa que temos com aqueles vizinhos, do tipo espertalhão que nem queremos falar ou mesmo olhar, mas pela força das circunstâncias temos de manter uma relação de cordialidade.
- Outra das situações intimamente relacionadas com o tempo é o nosso estado de humor. Noutras alturas achava que não tinha nada a haver, mas hoje em dia penso de maneira diferente. A verdade é que temos dias em que estamos como o tempo (lá está).
- Temos também o tempo para concluir algo. Torna-se por vezes um tipo de abismo, queremos acabar algo e parece que não temos tempo para isso. Agoniante.
- O dar um tempo entre casais, nunca entendi bem essa filosofia de dar um tempo...mas respeito, penso que quem não quer, não deve forçar.
- Depois existe o tempo intemporal, ou seja aquilo que dura pelo tempo fora...
Caso tenha uma outra forma de encarar o tempo faça o favor de dizer, nessa coisinha que diz comentários...
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Miguel Termentina
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terça-feira, outubro 23, 2007
Mais um animal com manias de Tuga...
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Miguel Termentina
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Diferentes ângulos
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Miguel Termentina
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A falta de respeito
Sempre tive muita importância para o equilíbrio do universo.

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Miguel Termentina
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segunda-feira, outubro 22, 2007
Imagens que mudam o mundo...
FOTOGRAFIAS QUE FIZERAM HISTÓRIA.
Existem imagens que por diversos motivos ganham uma notoriedade fora do normal.
Hoje proponho precisamente isso, um observar de imagens que pelas mais variadas razões marcaram a história da humanidade
A imagem de Che

A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como "Guerrilheiro Heróico", onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em cinco de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão. Somente foi publicada sete anos depois.O Instituto de Arte de Maryland - EUA denominou-a "A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX". É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações, (segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais).
A agonia de Omayra

Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado do Ruiz durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, Colômbia em 1985. Omayra ficou três dias jogada sobre o lodo, água e restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos de parcos recursos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la precisavam amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam.Durante os três dias, manteve-se pensando somente em voltar ao colégio e a seus exames e a convivência com seus amigos.O fotógrafo Frank Fournier, fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano com respeito às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota. Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo.

Em oito de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali se encontrava Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento, que suas roupas tinham sido consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem. Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 14 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele.Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças. Hoje em dia Pham Thi Kim Phuc está casada, com dois filhos e reside no Canadá onde preside a "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra e é embaixadora da UNESCO.

"O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei ocoronel com minha câmara? - Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em um de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro doVietcong.Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que se converteu em fotógrafo paisagístico.

Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafoSteve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética. Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-senuma das mais famosas da revista e do mundo. No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem quedurou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos.Ela regressou ao Afeganistão em 1992.
O beijo do Hotel de Ville

Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como amais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentadotomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre aspessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se compaixão enquanto caminhavam no meio da multidão. Esta foi a história que se conheceu durante muitos anosaté 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração,revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que se tratava de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma.cópia da foto como agradecimento.55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.

O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen naTimes Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eramperfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se. A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de umaguerra.
O homem do tanque de Tiananmen

Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", esta foi a alcunha que foi atribuído a um jovem anônimo que se tornou internacionalmentefamoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa.A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa decentenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foramapresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povochinês:apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão (hã hã).

Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamitaque se sacrificou até a morte numa rua movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se>completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído.Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Durante a cremação seu coraçãomanteve-se intacto, pelo que foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.
Espreitando a morte

Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzerde foto jornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (uma pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro. A figura esquelética de uma pequena menina, totalmentedesnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome, e a ponto demorrer, enquanto num segundo plano, a figura negra expectante de um abutre se encontra espreitando e esperando o momento preciso da morte da garota. Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma fortedependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.
The Falling Man

The Falling Man é o título de uma fotografia tirada porRichard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gémeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres.
A publicação do documento pouco depois dos atentadosirritou a certos sectores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de actos de heroísmo e sacrifício. Ah sim... Maseles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...

Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde umsoldado Russo agita a bandeira soviética no alto de um prédio, demorou a ser publicada, pois as autoridades Russas quiseram modificá-la. A bandeira era na verdade uma toalha de mesa vermelha e o soldadoaparecia com dois relógios no pulso, possivelmente produto de saque. Sendo assim foi modificada para que não ficasse feio para os soviéticos.
Protegendo a cria

Uma mãe cruza o rio com os filhos durante a guerra doVietnã em 1965 fugindo da chuva de bombas americanas.
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Miguel Termentina
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sexta-feira, outubro 19, 2007
Ip...Ip...hurra
Parabéns à minha linda FILHA.
Um ano de felicidade.
Obrigado bébé...
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Miguel Termentina
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quarta-feira, outubro 17, 2007
Dia Internacional da Erradicação da Pobreza

“A existência de 2 milhões de pessoas que vivem em situação de pobreza em Portugal, traduz uma injustiça e constitui uma ofensa à dignidade pessoal e um desrespeito pelos direitos humanos, que só nos pode incitar ao profundo inconformismo. É este inconformismo a que pretendemos dar voz, procurando que o mesmo se transforme numa energia colectiva positiva, capaz de nos fazer caminhar no sentido da erradicação das causas produtoras e reprodutoras da pobreza e da exclusão social”
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Miguel Termentina
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sexta-feira, outubro 12, 2007
Para o Céu e para o Inferno...
Ovelhas vão para o céu
Cabras vão para o inferno.
Este é o mote desta minha postagem.
O mundo anda maluco.
Hoje no meu tempo de folga, agarrei na minha malibu e fui levar uns trambolhões em Ribeira de Ilhas.
Num espaço de lazer onde as pessoas deveriam estar bem dispostas, a gozarem o seu surf. Andam todos danados uns com os outros como se o mundo fosse acabar. Com uma linguagem muito própria daqueles que parece que disputam o campeonato do mundo de surf, mas em vez de ser à volta do mundo, é pura e simplesmente nas suas banheiras.
Conversas do tipo, “a onda era minha, dropinaste-me a onda”, entre outras coisas que não entendi...
Amigos o mar é de todos...não vais nesta onda vais na próxima.
Afinal assim que nascemos começamos a morrer, e o melhor é aproveitarmos o tempo que temos cá...
...e no final, as ovelhas vão para o céu, as cabras para o inferno...
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Miguel Termentina
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12:57 da tarde
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terça-feira, outubro 09, 2007
Ser nómada é...
Bem sei que o que vivo não será ser nómada, mas não queria deixar de prestar o meu testemunho a tal façanha.
Afinal, nunca o Homem enquanto nómada desequilibrou qualquer eco sistema. Pelo menos foi isso, que ouvi no outro dia num canal qualquer, por um entendido da matéria, um tal inspector que anda a inspeccionar o caso da rapariguinha que desapareceu no Algarve, sim porque agora é só disso na TV, ou isso, ou quantas vezes o Mourinho vai ao WC...
Este ano, face às características da minha profissão, também eu sou nómada.
Passo a explicar, foram atribuídas a este ser, primeiramente três escolas, depois duas e depois três e finalmente duas novamente.
Para os menos distraídos, sou membro da Educação Especial, como tal vou de encontro às necessidades educativas do Agrupamento para onde trabalho, e como tal, lá vou eu no meu carro, de um lado para o outro, alegre e contente.
Na verdade até gosto, não fosse o gasto de gasóleo e desgaste da viatura e tudo estaria prefeito.
Outro problema, fumo muito mais...
Quando estou numa só escola, simplesmente não fumo, só depois do almoço. Com esta romaria fumo muito mais.
Mas é bom ser nómada.
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Miguel Termentina
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segunda-feira, outubro 08, 2007
Fim de Semana
O sogro fez anos, como tal houve uma festa.
Mas o melhor foi a dedicação total à família e ao Surf

Manhã de Sábado, final de tarde de Sábado e manhã de Domingo. Doem-me as costas
Voltei a fazer surf, mas agora em Malibu.
Já sentia algumas saudades.
Levei muita porradinha das ondas, penso que estou a ficar velhinho.
Mas aquela calma que nos dá o surf ninguém me tirou.
Belo fim de semana.
Outra coisa, não vi televisão.
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Miguel Termentina
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10:33 da manhã
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