Sempre que me dá a vontade de escrever nunca tenho um computador por perto.
Escrita inteligente no telemóvel não surte em mim o mesmo efeito.
Bem sei que tenho andado meio ausente no que diz respeito ao aguçar de textos interventivos sobre a nossa realidade social, mas como devem saber o trabalho de um imperador não é fácil, tenho todo um Principado para gerir.
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Tenho assistido com alguma curiosidade as alterações no PSD, afinal tão seguros que estavam e num único momento tudo vem abaixo.
Agora segue-se a sucessão.
Verdade é esta, gostava de ver o meu colega Imperador, Senhor Alberto João Jardim, na frente do maior partido da oposição, possivelmente este país daria um passo em frente, possivelmente o Senhor Alberto daria um excelente primeiro ministro, pois o Senhor Alberto João tem obra feita, meus amigos.
É só visitarem o arquipélago da Madeira e observarem a quantidade de infraestruturas construídas e a funcionarem.
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Esperarei para ver com muita atenção.
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Gostava que os tecnocratas do continente por uma vez na vida deixassem quem trabalha tomar conta das rédeas.
Assim falou o Príncipe da Ericeira.
terça-feira, abril 29, 2008
João Jardim no poleiro e já
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Miguel Termentina
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10:06 da manhã
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segunda-feira, abril 28, 2008
convite...
convido todos os meus amigos a entrarem neste site: www.ogame.com.pt
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trata-se de um jogo online no espaço profundo
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intergalactic espero por ti no universo 21 ou 12
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beijos para todos
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Miguel Termentina
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6:58 da tarde
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segunda-feira, abril 21, 2008
Feira do Livro
Está a decorrer uma feira do livro na escola EB 1 da Ericeira.
Aproveitem e vão até lá comprar uns livrinhos bem mais baratinhos.
Desde dia 21 a dia 23.
Passem por lá...
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Miguel Termentina
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3:18 da tarde
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Leiria versus Sporting
O que gosto no meu clube são os estados de euforia.
Ora bem, carimbamos cinco ao Benfas, para uns míseros dias depois levar-mos com quatro.
Nem os estados eufóricos duram mais de uns míseros dias.
Voltamos à nossa condição de clube do "quase".
Parabéns ao Leiria.
Ajudado pelas sábias palavras do meu capitão o "pequeno grande" João Moutinho, nós ontem não tivemos nada.
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Miguel Termentina
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8:07 da manhã
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quinta-feira, abril 17, 2008
SPORTING versus benfica


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Miguel Termentina
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8:32 da manhã
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segunda-feira, abril 14, 2008
o Fim e hoje já é Segunda
Não sei o que se passa, mas cada vez mais os fins de semana passam a correr.
Este estive perdido entre uma quase gripe, um jantar com amigos, e uma limpeza ao Principado, que já se fazia sentir com alguma necessidade.
Os Putos foram com os Avós para a estalagem de férias, lá para os lados do Pó. Eu a senadora e a princesa ficamos de vassoura e esfregona na mão e aqui vai disto.
Limpezas concluídas tratamos de fomentar um jantar que acabou já com algum álcool à mistura e com o desagrado ligeiro da minha senadora em relação à minha postura, acho que já enrolava um pouco a língua.
Depois veio o Domingo. Deitado no sofá a ver filmes do tempo do meu avô e com interpretações a fazer lembrar o Van Dame.
Passou a correr.
Pelo meio a noticia da ministra, fazemos ou não fazemos avaliação????
Gostei de saber que os Staingas estão de volta às patuscadas.
Estive com tanta gripe que nem fui ao Santuário ver o meu Sporting (lá caminha pé ante pé para o segundo dos milhões), a ver vamos...
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Miguel Termentina
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8:18 da manhã
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segunda-feira, abril 07, 2008
A nossa justiça é uma merd...
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Miguel Termentina
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10:15 da manhã
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sexta-feira, abril 04, 2008
Blog História...o início...
Terça-feira, dia 16 de Setembro, primeiro dia de aulas.
Toca o despertador pelas 6:30 horas, aliás como é habitual. Diogo Noronha todos os dias repete este ritual. Coloca o despertador para romper a manhã com as músicas da Antena 3, às 6:30 horas, para depois carregar no botão de dez em dez minutos, para se levantar somente às 7:00 horas. Pensa que assim descansa mais uns minutos.
Ainda meio a dormir lá vai a caminho da sua higiene diária. Banho, dentes e está pronto para dar as papas matinais à sua filha. Uma linda menina chamada Sofia, com apenas dois anos e meio.
Naturalmente que entre estes dois processos Diogo Pinto tem de aquecer o leite, confeccionar a papa, vestir a pequena Sofia, para depois solicitar à TV (canal dois) a ajuda necessária para colocar aquelas intermináveis colheres de papa na boca da sua filha. Pensa, realmente estes tipos do 2 têm programas fixes para os putos.
Diogo Noronha não vive só com a filha. É casado com uma hospedeira, que na maior parte das vezes está a dormir, neste rebuliço matinal que é acordar e ir para a escola. Os seus horários assim a fazem.
No seu egoísmo, Diogo por vezes acha que aquela preguiça demonstrada todas as manhãs por Filipa Freitas é forçada. Mas depois admite que trabalhar de noite e em horários com enormes fusos, deve seguramente fazer as pessoas aproveitarem as suas camas quando podem.
Diogo gosta de fazer tudo nas calmas, daí acordar tão cedo, afinal ele e a filha só entram às nove horas.
Pensa ser indispensável aquele café que toma com tanto prazer no café a caminho da escola.
Claro que primeiro coloca a filha na escola dela, a fim de a privar do cheiro nauseabundo dos cigarros que fuma. Não são muitos, mas os suficientes para colocar as suas belas roupitas com aquele odor intragável.
Não que fume muitos. Dois para ser preciso. Um com o café e outro no carro a caminho da escola.
Trabalha a poucos quilómetros de casa.
Todos os dias é invadido por este pensamento: engraçado, tanto eu como a minha filha, vamos para a escola. Tem a certeza que essa coincidência tornou toda a adaptação da Sofia à escola, muito mais fácil, afinal iam os dois para a escola. Quanto à mãe, quando a pequena perguntava por ela, Diogo apontava para o céu e dizia: vês as nuvens, a mãe anda de uma para a outra, a cuidar que tudo fique no seu devido lugar.
Notava nos olhos da Sofia o enorme orgulho que sentia pela mãe, cuidar de tudo tão bem, lá em cima. Pensava para os seus botões: talvez um dia brilhes assim por mim.
Diogo é um simples professor, pelo menos é assim que se vê, quando se coloca no espelho a observar os anos a passarem, os cabelos brancos (que já são tantos), a barriga a crescer significativamente, os grandes pneus no final das costas, aqueles pequenos sinais vermelhos, que normalmente só aparecem com o avançar da idade, etc. Uma enorme panóplia de sinais que indicam a idade que tem, os seus belos 40 anos.
Um simples professor, numa simples escola de 1.º ciclo, herdada do tempo da ditadura, apetrechada com materiais em elevado estado de decomposição.
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Miguel Termentina
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9:17 da manhã
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quinta-feira, abril 03, 2008
Novos horizontes...
Não estive ausente, não, não, apenas andei perdido nos novos decretos-lei.
Digamos que tenho andado embrenhado no 372008, no novo estatuto do aluno, e como não podia deixar de ser, na nova avaliação dos professores.
A burocracia sempre foi uma norma deste país, como tal é necessário estar por dentro dos decretos.
Aos meus visitantes peço desde já as minhas desculpas.
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Tentarei criar neste blog uma blog-história, ou melhor, uma história que irei contando semanalmente.
Assim quando tiver ausências prolongadas os meus leitores poderão deliciar-se, ou não, com aquela que será a primeira blog-história da história portuguesa dos blogs, ora bem não deveria ter este tipo de afirmações, pois poderá ser mal entrepretada por todos os outros criadores de histórias.
Será um espaço para ler, principalmente nos dias em que neste blog as postagens não forem constantes.
Esperem por mim...
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Miguel Termentina
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12:51 da tarde
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